Arbitragem ficou em xeque no clássico entre MOC e Sada Cruzeiro

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 Apesar de acreditar que não houve interferência no resultado final, delegado da partida acha que árbitro poderia ter sido mais enérgico na parte disciplinar  (crédito: Alexander Sezko)

Montes Claros Vôlei e Sada Cruzeiro se enfrentaram no último sábado, pelo Campeonato Mineiro de vôlei masculino, em jogo importante para a tabela de classificação. O MOC, que jogava em casa, tinha apenas dois pontos a menos que o Cruzeiro, em segundo.

O equilíbrio e a tensão foram dignos de um grande confronto, mas parte da emoção veio pela atuação da arbitragem de Ademir Nogueira, que deixou muita gente incomodada. Principalmente, pelo lado do time do Norte de Minas.

No tie-break, o técnico Marcelinho Ramos, do MOC, reclamou muito e recebeu um cartão vermelho quando seu time ia para o saque e o placar apontava 4 a 4. A vitória azul deixou o Pequi Atômico enfurecido, principalmente por considerar que houve erros de interpretação.

“Aconteceram algumas falhas, mas nada que desse margem para reclamações exacerbadas, como se viu. Foi um jogo de uma dificuldade de condução muito grande, com algumas dúvidas de bolas tocadas no bloqueio e marcações dentro e fora”, detalha Alair Rodrigues, delegado do jogo.

Inconformada, a diretoria do MOC irá enviar à Federação Mineira de Vôlei (FMV) um protesto oficial contra a atuação da arbitragem, além de um vídeo com reprise do jogo, focando nas falhas que o clube acha que foram cometidas pela arbitragem. Até o momento, nada foi recebido pela federação. “Na parte disciplinar, acho que o Ademir poderia ter sido mais enérgico, mas foi uma opção dele, que foi até seu limite. Os dois times se descontrolaram e acho que não teríamos garantias de uma condução melhor se fosse um árbitro internacional. O Ademir apita jogos há mais de 20 anos e faz parte do quadro da Superliga”, afirma Alair.

Apesar da vitória, Marcelo Mendez, técnico do Sada Cruzeiro, reconheceu que o árbitro não foi bem.

“Não é comum ver um árbitro abaixar muito a cabeça. Isto não dá segurança aos atletas, gera reclamação. Foi fácil perceber que ele não tinha experiência”, relata.

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Sobre Daniel Ottoni

Desde 2011, repórter de esportes especializados do jornal O Tempo, de Belo Horizonte. Fale comigo no d.ottoni@gmail.com
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