Basquete do Minas tem muito a ganhar com portões abertos. Vale tentar.

Imagem

Raul Togni, que foi jogador do clube e hoje é o técnico, conhece bem a torcida minastenista (crédito: João Miranda)

Ontem cobri mais uma partida do Icatu-Minas no NBB. Time vai bem, fazendo um dos melhores começos de campanha de sua história. Mas sinto que uma torcida mais presente faz falta.

Alguns são mais fixos, outros menos. Todos os que vão merecem o reconhecimento, sem dúvida.

Mas o número de pagantes é pequeno, gira em torno dos 300. Ontem foram R$ 600 de renda.

Gostaria de ver um jogo com portões abertos como teste. Acho que custa pouco, por mais que se tenha alguns gastos com contratação de funcionários, entre outras coisas.

Um adversário como o Flamengo, time não muito querido em BH, pode mostrar o potencial que talvez não esteja sendo aproveitado. 

O basquete em BH não tem a mesma força do vôlei, mas isso é algo que pode ser reconquistado. Um sono profundo que pode despertar. 

Talvez seja uma questão cultural, difícil de ser mudado.

Mas Minas Gerais tem um público que gosta de esportes em geral e uma ideia simples pode ser o início de algo novo, para deixar o time ainda mais forte.

Com uma pressão dentro da Arena Vivo, o Minas pode pensar mais alto.

É só uma ideia, um lampejo.

Anúncios

Sobre Daniel Ottoni

Desde 2011, repórter de esportes especializados do jornal O Tempo, de Belo Horizonte. Fale comigo no d.ottoni@gmail.com
Esse post foi publicado em Uncategorized. Bookmark o link permanente.

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s