Sem justiça, mas com méritos

Paraguai na final sem vencer. Os méritos, hoje, são outros (Crédito: EFE)

O Paraguai está na final da Copa América depois de nenhuma vitória. Empatou tudo que podia. Contou com um campeonato de número reduzido de equipes para se classificar. Aplicou um futebol pragmático, de marcação e alguma qualidade e segurou bem as investidas dos adversários. Deu sorte e teve bons momentos.

Lembra algo do Paraguai da Copa da França, que tinha no gol uma referência, Chilavert. Villar, hoje, tem papel de destaque, ao lado de Barrios e Valdez. Em 1998, quem dava gosto era Gamarra. A defesa das duas equipes é a parte mais forte e no ataque, vamos todos, mas com cautela.

A Suíça que também saiu da Copa de 2010 tinha na defesa seu triunfo. Foi eliminada sem perder. E sem ganhar.

O futebol continua não sendo justo, nunca foi. Mas hoje temos a presença de seleções com nada de muito interessante dando o ar da graça nas fases decisivas importantes competições. Um salve para a Grécia, campeã da Euro 2004.

Com marcação e muito preparo, atualmente se consegue vencer equipes melhores, na base da dedicação e da raça. Em tempos remotos, era precisa ter mais bola para deixar alguns grandes para tras.

Uma realidade não muito prazerosa de se ver, mas que teve méritos, engolidos a seco por muitos.

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Sobre Daniel Ottoni

Desde 2011, repórter de esportes especializados do jornal O Tempo, de Belo Horizonte. Fale comigo no d.ottoni@gmail.com
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