Os próximos anfitriões

Caso insista, a Austrália pode sediar uma Copa em breve. Mas não em 2022...

A Fifa anuncia hoje as sedes das Copas de 2018 e 2022. Entre favoritos e preferências pessoais, manifesto minhas impressões.

Para 2018, os concorrentes são Bélgica e Holanda (em candidatura conjunta), Portugal e Espanha (em candidatura conjunta), Inglaterra e Rússia. Ou seja, a Europa irá receber mais um mundial daqui a oito anos.

Acredito que os favoritos sejam Portugal e Espanha e Inglaterra. A organização inglesa pode contar bastante a favor de sua candidatura. O futebol britânico mudou demais, em vários aspectos, desde a década de 1990 e teria condições de receber um Mundial. Um dos maiores problemas é a questão dos hooligans. Mas acredito que com um bom aparato policial, seria possível minimizar os estragos dos baderneiros.

Portugal e Espanha já tem votos garantidos de representantes fortes do futebol mundial, a exemplo de Ricardo Teixeira. Os estádios já possuem boas condições e estrutura e as mudanças que aconteceriam não seriam tão grandes assim.

Rússia e Bélgica e Holanda correm por fora. Pode ser que agora não seja o momento, mas a ideia destes países sediarem mundiais me atrai também.

Os estádios do Catar prometem ser modernos e com temperatura agradável. Tudo bancado pelos petro-dólares

Para 2022, a disputa é entre continentes. A concorrência ficou por conta de Austrália, Japão, Catar, Coreia do Sul e Estados Unidos.

Japão e Coreia são as zebras. Sediaram uma Copa há pouco tempo e acredito que esta opção não receberá muitos votos.  A Austrália também não deve ter muita preferência. A realização de um Mundial na Oceania ajudaria a alavancar o futebol na região, assim como aconteceu nos EUA, em 1994. Quem sabe em alguns anos…

Os EUA possuem o dinheiro e a força mercadológica a seu favor. Mas acredito que a favorito seja o Catar. Apesar do calor de mais de 40º, os organizadores prometem construir estádios com uma temperatura interna mais amena. Jogos já foram realizados em estádios nessas condições e tudo correu dentro do previsto.

O grande poder financeiro dos árabes pode ser o principal fator para esta inédita escolha. Dinheiro não é problema e isso minimiza diversos imprevistos no que se refere à segurança, transporte e tantos outros itens necessários para uma Copa.

Minha preferência fica com o Catar. Está na hora de mudar, ainda mais, os ares de uma Copa. O Oriente está investindo muito no futebol, que cresce bastante a cada dia. Eles merecem.

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Sobre Daniel Ottoni

Desde 2011, repórter de esportes especializados do jornal O Tempo, de Belo Horizonte. Fale comigo no d.ottoni@gmail.com
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