Uma janela de esperança se abre para o basquete do Brasil

Ruben Magnano é uma das maiores apostas para o reerguimento do basquete nacional

Quem disse que só de futebol vive o Esportivamente? Se fosse assim, deveria ser Futebolisticamente. O espaço hoje é aberto para a seleção masculina de basquete, que parece ter outra cara depois de um hiato longo, além da conta.

Nos últimos anos, não se via o nome do Brasil em nenhuma das grandes competições, como Olimpíadas e Mundial. Sempre o Brasil estava de fora, mesmo tendo jogadores de qualidade. Mas de que adianta ter jogadores de nível, se estes não jogam?

Por um bom tempo, grandes nomes do basquete nacional, como Nenê Hilário e Leandrinho não vestiram a camisa amarela (ou branca?) devido à desacordos diversos com a Confederação Brasileira de Basquete. Volta e meia se viam entrevistas dos jogadores-referência, que atuam entre os melhores do mundo, na NBA ou Espanha, criticando ois dirigentes, a organização e a seriedade da entidade que deveria tocar o esporte pra frente.

Especialistas da área também despejavam suas críticas e considerações. Se o que foi relatado é verdade, uma mudança era essencial. Tudo que era disparado tinha como alvo o presidente, o grego Gerasime Bozikis. De tanta confusão, um outro campeonato foi criado, até como forma de protesto.

Com a chegada do novo presidente, Carlos Nunes, uma esperança se abriu.

E parece que a coisa agora tem todas as condições de ir pra frente. Todas as feras do basquete nacional, incluindo aí Tiago Spliter e Varejão, além de novos talentos como Átila e Raulzinho, estão reunidas para a fase de preparação que antecede o Mundial da Turquia. A motivação é outra, isso é nítido. O momento tem cheiro novo, de mudança e prosperidade. O técnico é uma das maiores e melhores apostas. Ruben Magnano foi campeão olímpico com a argentina em 2004 e foi responsável pelo aparecimento e maturidade de grandes nomes. Maturidade pode ser a palavra que o basquete nacional tanto precisa.

O Brasil disputa o Super Four e na próxima semana chega aos EUA para a disputa de outro torneio preparatório. Os grandes nomes se revelam felizes e ansiosos por ter a oportunidade de mostrar todo o potencial que o basquete brasileiro possui. A coisa agora tem tudo pra andar. Pra frente. Um caminho vitorioso que os aguarde.

Anúncios

Sobre Daniel Ottoni

Desde 2011, repórter de esportes especializados do jornal O Tempo, de Belo Horizonte. Fale comigo no d.ottoni@gmail.com
Esse post foi publicado em Uncategorized. Bookmark o link permanente.

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s