Agora, é cada um por si

Robinho afirmou que Luxemburgo apelou com as provocações recebidas (crédito de Rodrigo Soares - A Tribuna)

Atlético e Cruzeiro jogavam por um simples empate para garantirem suas classificações para as próximas fases da Copa do Brasil e Libertadores.

Mas sem emoção, não valeria.

O Cruzeiro mostrou maturidade ao suportar bem a pressão da torcida e dos jogadores do Nacional do Uruguai. Um bom exemplo foi quando Lembo tentou provocar a expulsão de Kléber, sem sucesso. Quando o time celeste coloca a bola no chão e começa a colocar em prática seu futebol, tudo fica mais fácil.

O time de Adílson Batista teve quatro boas oportunidades de gol ainda no primeiro tempo. Na melhor delas, Fabrício mandou um torpedo na trave, assustando o time de Montevidéu.

Marcando bem, o Cruzeiro dificultou ainda mais as tentativas do Nacional, que optou por agressões físicas e verbais para intimidar o time de Belo Horizonte. Mas o Cruzeiro soube muito bem administrar as adversidades e mostrou que é bem superior.

O time do Nacional é fraco e já havia mostrado isso antes. Mesmo sem perder na primeira fase da Libertadores, o time uruguaio carece de uma zaga mais leve e tem poucas opções de ataque. O Cruzeiro deitou e rolou, impondo seu futebol.

Já o Atlético não mostrou o mesmo ritmo das partidas anteriores. O ataque não produziu e a defesa falhou em momento cruciais. Jairo Campos não deveria ter tentado sair jogando no segundo gol do Santos. Deixou um buraco na zaga e facilitou o trabalho do ataque paulista. O gol de Corrêa, no último lance do primeiro tempo, deu um novo ânimo à equipe de Luxemburgo, que afirmou que nunca mais volta a trabalhar na equipe da baixada.

O que o tal do Ganso joga é piada. O cara faz o difícil parecer fácil, a todo momento. Melhor que ele, só o Júlio Baptista, banco da Roma, não é mesmo, mestre Dunga?

O segundo tempo teve poucas chances de gol. O tento marcado pelo Santos foi uma das únicas oportunidades que se viu. Ricardinho, no primeiro tempo, parecia desligado e o ataque não foi o mesmo dos últimos jogos. Evandro, Leandro e Marques entraram para tentar mudar a dinâmica do jogo, sem muito sucesso.

Mas o Atlético sai de cabeça erguida da competição. Mostrou que tem um time competitivo e que irá brigar pelas primeiras posições no Nacional, assim como o Cruzeiro.

As duas equipes de Minas prometem fazer bonito no Brasileiro e colocar o Estado no alto, onde merece.

Agora é cada um por si.

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Sobre Daniel Ottoni

Desde 2011, repórter de esportes especializados do jornal O Tempo, de Belo Horizonte. Fale comigo no d.ottoni@gmail.com
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3 respostas para Agora, é cada um por si

  1. Dedé disse:

    No fim das contas, é melhor perder pro Santos do que ser humilhado pelo Ipatinga… As Marias torcem pra tantos times que ontem soltaram mais foguetes quando o jogo na Vila Belmiro acabou. Eu só torço pra um!

    #GALO

    Abçs

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    • Pedro disse:

      Sei não eim, Dedé. Na final da Libertadores quando o Cruzeiro perdeu pro Estudiantes, o estoque do ano de foquetes da grade BH foi todo utilizado pelos atleticanos!

      Falou!

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  2. JORGE MEIRELES disse:

    Gostei muito da matéria, você está no caminho certo!!! Orgulha-me a cada dia.

    Abçs.

    Jorge Meireles

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